sábado, 7 de dezembro de 2013

O uso pedagógico da audiodescrição:



O uso pedagógico da audiodescrição

Um desenho infantil com audescrição para uma criança cega no ambiente de sala de aula por exemplo terá inúmeras funções pedagógicas, para os alunos  videntes  será um despertar da necessidade deste recurso para o colega com deficiência visual, trará uma sensibilização do uso de direito á acessibilidade na forma midiática, para a criança com deficiência visual  é permitir a este desde cedo o uso do recurso da audiodescrição  que contribui com a formação de imagem mental do contexto que está sendo apresentado e o incentivo ao acesso a obras audiovisuais durante seu desenvolvimento até  sua vida adulta  como lazer, no campo profissional ou acadêmico.
  A acessiblidade  aos meios de comunicação é um direito adquirido por deficientes visuais e auditivos e deve ser respeitado , promove não apenas a inclusão cultural  mas principalmente a inclusão social redimensionando o próprio papel da  mídia. A acessibilidade aos meios de comunicação celebra a convivência com a diversidade através da igualdade,  ela derruba preconceitos, educa.” Lucélia Santos.


AUDIODESCRIÇÃO:
A audiodescrição é um recurso de tecnologia assistiva que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual junto ao público de produtos audiovisuais. O recurso consiste na tradução de imagens em palavras. É, portanto, também definido como um modo de tradução audiovisual intersemiótico, onde o signo visual é transposto para o signo verbal. Essa transposição caracteriza-se pela descrição objetiva de imagens que, paralelamente e em conjunto com as falas originais, permite a compreensão integral da narrativa audiovisual. Como o próprio nome diz, um conteúdo audiovisual é formado pelo som e pela imagem, que se completam. A audiodescrição vem então preencher uma lacuna para o público deficiente visual.
A audiodescrição acontece ao mesmo tempo em que a imagem aparece na tela, entre o conteúdo verbal ou as falas do produto audiovisual, e em sincronia com outras informações sonoras deste produto, ou seja, uma risada, uma porta batendo ou um tiro. Desta forma, a audiodescrição não se sobrepõe ao conteúdo sonoro principal do filme, mas trabalha com ele no sentido de proporcionar o melhor entendimento possível de uma cena.
A audiodescrição pode ser pré-gravada, ao vivo ou simultânea. A AD pré-gravada exige um roteiro detalhado para que seja gravado em estúdio e mixado à banda de áudio do produto audiovisual. Geralmente, a AD pré-gravada é aquela que podemos encontrar nas salas de cinema e em alguns programas de televisão.          
 Já a AD ao vivo, como o próprio nome diz, acontece in loco, ou seja, ela não é gravada, mas narrada no momento em que o produto audiovisual está sendo apresentado. Ela é usada em festivais de cinema, peças de teatro, óperas e espetáculos de dança. Apesar de ser ao vivo, a AD é roteirizada antes do evento cultural, e cabe ao audiodescritor-locutor acompanhar o tempo real do evento. Por último, AD simultânea também acontece ao vivo, porém sem preparação alguma.      
          Em programas de TV ou noticiários ao vivo, por exemplo, não é possível prever o que será falado ou filmado. Assim, o roteiro não existe e o audiodescritor-locutor terá que ser hábil e rápido o suficiente para descrever imagens que lhe são apresentadas pela primeira vez.
        

Seja pré-gravada, ao vivo ou simultânea, a audiodescrição chega ao público deficiente visual através de fones de ouvido, como os usados na interpretação simultânea, que devem ser disponibilizados nas salas de cinema e teatro. Na televisão, o simples toque na tecla SAP ou MTS faz com que a audiodescrição fique audível para o espectador deficiente visual.

http://www.midiace.com.br/index.php?conteudo=videos

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

QUEBRA_PALAVRAS





QUEBRA-PALAVRAS
Estimula:
Interesse por letras e palavras, composição de figuras e palavras,
reconhecimento de letras, ordenação das letras na palavra.
Descrição:
Pedaços de papel cartão com 15cm de altura e comprimento de acordo com
a extensão da palavra, nas quais são desenhadas (ou coladas) figuras e, abaixo das mesmas, a palavra correspondente, em letra de forma. As cartelas são cortadas em tiras verticais de forma que a cada letra corresponda um pedaço da figura.
Exploração:
-Entregar para a criança o conjunto de tiras de cada figura e sugerir que descubra qual palavra poderá ser formada. A composição da figura é também a
composição da palavra.
Intervenção da Professora de AEE:  Após a apresentação do jogo dependendo do nível da criança ela pode começar perguntando como seria o jogo, como o aluno deve fazer , pedir para ao aluno usar as peças e montar, no caso do aluno não conseguindo o professor pergunta o que falta, o que deveria ser feito, sempre questionando, problematizando de forma que o aluno vá superando as dificuldades e adquirindo confiança, se este se desmotivar o professor pode sugerir a peça a ser colocada perguntando se você usasse esta peça? Ficaria melhor? Dentre muitas outras possibilidades de mediação sempre acompanhando o aluno e dialogando com o mesmo.
http://www.slideshare.net/robslunardi/jogos-e-brincadeiras-para-deficientes